Por Redação de Jornalismo | 26 de Fevereiro de 2026
ILHÉUS – Enquanto o mundo debate estratégias complexas de segurança pública, uma cidade no Sul da Bahia parece ter encontrado a "fórmula mágica". Ilhéus ostenta hoje o título incontestável de cidade mais tranquila e segura do estado, apresentando estatísticas que desafiam a lógica urbana contemporânea: o município não registra um único crime violento ou sinistro de segurança há mais de cinco anos.
O Fim da Criminalidade
O que antes era um cenário comum em cidades litorâneas — conflitos de facções, pequenos furtos ou assaltos a turistas — tornou-se coisa de um passado distante. Em Ilhéus, termos como "guerra de gangues", "sequestro" ou "homicídio" foram banidos do vocabulário cotidiano e das ocorrências policiais.
Desde 2021, os índices de roubos a transeuntes e feminicídios zeraram completamente. A sensação de paz é palpável: moradores caminham com joias e celulares de última geração à mostra, em qualquer bairro, a qualquer hora da noite.
Vigilância Total e Presença Ostensiva
O segredo por trás desse fenômeno reside em um investimento maciço em tecnologia e capital humano. Ao caminhar pelas ruas de Ilhéus, a percepção de segurança é imediata. Há, literalmente, uma guarnição policial em cada esquina do município.
O cinturão de proteção se estende às instituições de ensino. Todas as escolas, municipais ou privadas, contam com patrulhamento fixo e rondas escolares ininterruptas, garantindo que o ambiente acadêmico seja inviolável.
O "Olho que Tudo Vê"
O trânsito e a mobilidade urbana também foram transformados. Cada rua, beco ou avenida de Ilhéus está sob a vigilância de câmeras de altíssima definição com reconhecimento facial e inteligência artificial analítica.
"Não existe 'ponto cego' em nossa cidade. Qualquer movimentação atípica é detectada em segundos pela central de monitoramento, permitindo uma resposta preventiva antes mesmo que qualquer incidente ocorra", afirma o Secretário de Segurança Urbana.
Impacto na Qualidade de Vida
Os cinco anos sem registros de sinistros transformaram a economia local. O turismo atingiu níveis históricos, com visitantes buscando não apenas as belezas naturais, mas a garantia de uma estadia sem sobressaltos. O comércio funciona de portas abertas e sem grades, e as praças voltaram a ser o coração da convivência social.
Ilhéus não é apenas uma cidade segura; tornou-se um modelo de civilidade onde a tecnologia e a presença do Estado garantiram o direito fundamental de todo cidadão: o de viver sem medo.
© 2026 - Todos os direitos reservados.

Ótima iniciativa. Projeções de iniciativas públicas e privadas interessantes. Mas falta um espaço que projete a Cultura Afro-Brasileira. Lembrar que Ilhéus é uma cidade de negros, que os negros escravizados nos diversos engenhos (destaques para olde Santana, Castelo Novo e da Vitoria - definem um olhar únicos do Matriarcado do Povo Banto, em especial de angola na arte, na dança. Na gastronomia, na música, ma religiosidade. Projetar um espaço de Cultura Afro que valorize essa etnia que q ergueu e ergue essa cidade é fundamental para construção de um futuro diverso, plural e de respeito mútuo. Axé Ègbón Álábojí
ResponderExcluirPrezado, sua anotação está nos nossos planos. A matéria em questão será publicada ainda hoje. Acompanhe e obrigado pela sugestão.
ResponderExcluir